5.1.06

M y Life and My Love

M y Life and My Love

My life and my love, like a passing storm
Flashing, and clashing and thrashing about
No solace of heart, in me, tends to form
The brighter my day, the darker my doubt

My love's rainbow is scarcely seen by eye
Glowing, and flowing and growing in me
Till it fills and floods and shoots out my side
Far enough, high enough, so she can see

The storm recedes and is forever gone
Gliding, and striding, and hiding for good
So too my life, my love so nearly drawn
Much closer than any that ever could

Oh, pierce the soul, pierce the depth of her heart
Detecting, connecting, injecting me
Hand in hand, we're running to a new start
Where you, I and a world of love will be

William Shakespeare

Copyright ©2006 William Shakespeare

4.1.06

e que dizer das paragens de autocarro?

A limpeza é escassa e a publicidade tardia e com falta de equilíbrio

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3.1.06

de volta à terra da não sinalização

em Bruxelas colocaram este tipo de placas para os transeuntes que visitam a cidade a pé e procuram os locais com mais destaque.

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Em Angra, não temos necessariamente que copiar a forma, bastará copiar o intuito - informar, indicar com visibilidade ...

24.12.05

Festas em Paz

A todos os que nos visitam desejo um Santo e Feliz Natal. Que a Paz esteja sempre nas vossas almas.

18.12.05

a sinalização

Há locais que aguardam a sinalização...

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... e há outros que já a tem, bem encostadinha ao muro para não incomodar os transeuntes e para não se fazer notar ...

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14.12.05

Para a Luísa

para saudar o regresso: um poema do nosso querido Júdice

REFÚGIO

Abrigou-se da vida na devastação da sombra.
Então, a idade incerta da mulher que oculta o rosto
surgiu-lhe com a evidência da eternidade.
Procurava uma resposta; e mesmo aquilo que era real
e podia confortá-lo numa certeza
adquiria um aspecto equívoco. Nada sabia de si próprio
- concluiu. Mas que importa isso? O conhecimento
essencial é o dos outros, o daqueles a quem nos liga
o amor, o ódio, ou apenas a indiferença - esses
cuja presença nos confirma sobre nós,
dando-nos algo de uma existência que não exigimos.
No entanto, se é assim, pensou, para que serve
a incógnita celeste, o azul e a treva que alternam
na memória da infância, uma imagem de perfeição
que o canto da ave interrompe, por instantes,
apenas para que o silêncio se torne mais profundo
- essencial! Após o que, levantando-se,
fechou a janela. O universo cansava-o de si próprio...

8.12.05

Algumas das prometidas imagens ...

... acabadas de tirar

Há expositores de variados estilos e suportes, na Praça Vellha,

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no Alto das Covas,

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na Rua da Esperança.

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Estes modelos até têm outras utilidades:

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Há cidades que possuem deste género ...

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... mas é só porque os responsáveis nunca estiveram em Angra.

2.12.05

terceiromundismo nas ruas e praças de Angra

o lixo
as paragens dos autocarros sem horários
os expositores ad hoc na Praça Velha e Alto das Covas
a publicidade a eventos que ocorreram há 6 meses em cartazes rotos e debutados
os abrigos para os passageiros de transportes públicos: inexistentes ou semi-partidos e sujos
a sinalética de locais de interesse turístico ou de informação geral: escondida ou inexistente

e há mais, muito mais ... prometo trazer-vos as fotos e aceitam-se denúncias.